28/06/2022 às 16h26min - Atualizada em 28/06/2022 às 16h26min

Filho é preso em Aragarças suspeito de matar o próprio pai: 'Quem fez isso só queria dar uma lição'

O suspeito nega o crime, todavia a polícia tem evidências que levam a participação do filho na morte do pai

Araguaia Notícia
Carreirinha foi morto com uma pancada na cabeça com um pedaço de concreto (meio-fio)
O delegado Fábio Marques, titular da delegacia de Aragarças-GO na divisa com Mato Grosso, confirmou a reportagem do site Araguaia Notícia de que está preso um jovem de 19 anos acusado de matar o próprio pai, Arnaldo Jozivan Gonçalves Mateus, de 44 anos, conhecido como ‘Carreirinha’ que foi morto com uma pancada na cabeça proveniente de um pedaço de meio-fio. O crime aconteceu no sábado (26/2).
 
O suspeito está preso, porém nega ao crime. Todavia, durante interrogatório, o suspeito disse ao delegado que a pessoa que fez isso com o pai dele talvez tinha somente a intenção de aplicar uma lição nele porque o pai bebia muito. Diante dessa declaração e a convivência conturbada entre pai e filho, a Polícia Civil pediu a prisão do jovem que foi decretada pela Justiça. Ele teria cometido o crime na companhia de um comparsa que ainda não foi identificado.
 
Vale explicar que o jovem está preso por causa de outro crime, um furto que cometeu meses depois da morte do pai, porém saiu o mandado de prisão contra o jovem referente a morte do Carreirinha e também foi cumprido. Carreirinha como era conhecido foi assassinado durante a madrugada. Ele estava na calçada em frente a um plantão de bebidas na avenida Duque de Caxias com outras pessoas aproveitando o final de semana.

Num determinado momento, as pessoas foram embora e o proprietário fechou o plantão e pediu para que o Carreirinha também fosse pra casa. Só que ele permaneceu sentado perto do meio-fio. Mais tarde, surgiu um grupo de pessoas que começou agredir o Carreirinha e que jogaram um pedaço de concreto na cabeça dele lhe causando um traumatismo craniano.

Vizinhos disseram que chegaram acionar a polícia durante a briga, mas quando a PM chegou a agressão já tinha acontecido. Carreirinha era visto como uma pessoa boa, trabalhadora que capinava lotes e fazia serviços de pedreiro na cidade. E que era colega de todos que iam na distribuidora de bebidas.

Acompanhe logo abaixo reportagem com a esposa do Carreirinha, logo após o crime, pedindo justiça 

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