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01/03/2014 às 10h23min - Atualizada em 01/03/2014 às 10h23min

Silval defende investimentos no MT Integrado e Copa do Pantanal, mas nega que vá deixar endividamento

Olhar Direto
Mayke Toscano/Secom-MT

Ao defender os investimentos do Estado nas obras da Copa do Pantanal Fifa 2014 e do Programa MT Integrado, o governador Silval Barbosa (PMDB) cita que são benefícios para a Região Metropolitana de Cuiabá e os municípios distantes do Palácio Paiaguás. “A Copa do Pantanal é um projeto que pegamos pronto, apenas para executar e creio que conseguimos com galhardia. Mas o MT Integrado é completamente nosso”, pontua ele, numa resposta indireta às críticas da oposição, especialmente do senador José Pedro Taques (PDT), pré-candidato a governador, à precariedade da malha viária estadual.

Sival Barbosa nega também que vá deixar o Estado endividado, para o sucessor. “Pagamos mais de R$ 5 bilhões [em dívidas com a União] e contratamos pouco mais de R$ 3 bilhões para investimentos. Então, deve fiar em mais ou menos R$ 7 bilhões, o que representa metade da receita anual de Mato Grosso”, ponderou ele, para a reportagem do Olhar Direto, após se reunir com a diretoria da Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato).

Quando o então governador e atual senador Blairo Maggi assumiu, em 2003, por exemplo, havia necessidade de quase três anos de receita para pagar a dívida. Barbosa cita que vai deixar pouco mais da metade, com a arrecadação própria em franca ascensão.

“Mato Grosso dá resposta a várias questões, principalmente com a manutenção do bom andamento do agronegócio”, emendou ele. O governador entende que a economia brasileira se destaca entre os Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) por causa do espetacular desempenho do agronegócio, especialmente em Mato Grosso. “E o Brasil cresceu nos últimos anos via consumo e exportações de commodities, em especial soja e algodão do cerrado”, afiançou ele.

E, nesse sentido, avalia que Mato Grosso tem contribuído bastante para melhorar o resultado do PIB brasileiro, desenhando para o futuro próximo um cenário “bastante animador”.

Barbosa não espera o reconhecimento imediato aos feitos do seu governo. “Investimos em mobilidade urbana, estradas, aeroportos, hidrelétrica e qualidade de vida. E a recuperação do investimento se dará no futuro, porque no momento é difícil de acontecer”, justificou ele.

O reflexo dos investimentos do governo, na avaliação de Silval, alavancaram o setor privado, com o surgimento de dezenas de edifícios na Grande Cuiabá. “São investimentos de média e longa maturação para as maiores cidades de Mato Grosso. E também abre perspectivas melhores para a indústria e o comércio”, calculou o chefe do Palácio Paiaguás. 

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