27/04/2021 às 10h51min - Atualizada em 27/04/2021 às 10h51min

Homem é preso suspeito de agredir a mulher grávida a pauladas em GO

Segundo a polícia, após a companheira pedir para o marido não ingerir bebida alcoólica, ele bateu nela e ainda bateu a cabeça do filho dela contra a parede. Vítima contou aos policias que já havia sido esfaqueada pelo agressor durante outra discussão.

G1 GO
Araguaia Notícia
Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso suspeito de agredir a mulher grávida a pauladas em Anápolis, a cerca de 55 km de Goiânia. Segundo a Polícia Militar, após a companheira pedir para ele não ingerir bebida alcoólica, o agressor, além de bater nela, ainda bateu a cabeça do filho dela contra a parede.

Como o nome do suspeito não foi divulgado pela autoridade policial, o G1 não conseguiu localizar a defesa dele para que pudesse se posicionar sobre o caso.

Conforme o relato dos policiais no boletim de ocorrência, a equipe foi acionada por volta das 9h do último sábado (24) com a informação de que uma mulher estava sendo vítima de violência doméstica. Ao chegar no local, a vítima contou aos policiais que o marido estava muito agressivo desde o dia anterior, quando ela pediu que ele não saísse para beber bebida alcoólica.

Segundo os policiais, a mulher contou ainda que, contrariando o pedido dela, o marido saiu e quando voltou pegou um pedaço de madeira com vários pregos e deu golpes nas costas dela e em sua perna. A mulher afirmou ainda que, em seguida, o homem tentou enforca-la e disse por várias vezes que iria matá-la. A ocorrência narra ainda que a mulher já havia sido esfaqueada em uma outra ocasião pelo companheiro.

Ainda segundo a corporação, ao abordarem o suspeito, ele partiu para cima dos policiais e precisou ser imobilizado e algemado. No caminho até a delegacia, conforme narra a ocorrência, ele ainda danificou parte da viatura e proferiu xingamentos contra os policiais.

Após ser algemado, o homem foi encaminhado à Central de Flagrantes de Anápolis, onde foi autuado por lesão corporal, violência doméstica e desacato. A Polícia Civil informou que não irá comentar sobre o caso. Como o nome dele não foi divulgado, o G1 não conseguiu checar junto ao Poder Judiciário se ele permanece preso até a manhã desta terça-feira (27).
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