26/10/2015 às 18h47min - Atualizada em 26/10/2015 às 18h47min

Estado de saúde de índio baleado durante confronto na MT-170 é estável

Agência da Noticia com G1 MT
Reprodução/Ilustrativa

O estado de saúde do índio da etnia Enawenê-nawê, que teria 19 anos e levou um tiro na manhã deste domingo (25), está estável, segundo assessoria da Prefeitura de Cuiabá. Ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC) após ser baleado no peito durante um confronto entre indígenas da etnia e um grupo de moradores e caminhoneiros na MT-170, próximo a Brasnorte.

Internado na sala vermelha do Pronto-Socorro sob cuidados intensivos da equipe médica, o indígena está com a bala alojada no tórax e ainda não passou por cirurgia. Ele está sendo observado por cirurgião torácico que apontará se o projétil deve ou não ser removido.

De acordo com a Polícia Militar e a Polícia Civil do município, o confronto começou porque de um lado estava um grupo de indígenas que fazia cobrança de R$ 100 sobre a ponte do Rio Juruena, entre Juína (a 737 km da capital) e Brasnorte. Do outro, já na saída de Brasnorte, um grupo de moradores e caminhoneiros se reuniu e bloqueou a rodovia como forma de protesto ao pedágio feito pelos índios. Os moradores alegaram à polícia que o pedágio estava afetando as duas cidades.

Os indígenas souberam do bloqueio e percorreram 100 km para chegar ao local. Houve um desentendimento entre parte dos dois grupos, onde um indígena foi baleado no peito e um morador levou uma flecha no ombro.
O estado de saúde do índio da etnia Enawenê-nawê, que teria 19 anos e levou um tiro na manhã deste domingo (25), está estável, segundo assessoria da Prefeitura de Cuiabá. Ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC) após ser baleado no peito durante um confronto entre indígenas da etnia e um grupo de moradores e caminhoneiros na MT-170, próximo a Brasnorte.

Internado na sala vermelha do Pronto-Socorro sob cuidados intensivos da equipe médica, o indígena está com a bala alojada no tórax e ainda não passou por cirurgia. Ele está sendo observado por cirurgião torácico que apontará se o projétil deve ou não ser removido.

De acordo com a Polícia Militar e a Polícia Civil do município, o confronto começou porque de um lado estava um grupo de indígenas que fazia cobrança de R$ 100 sobre a ponte do Rio Juruena, entre Juína (a 737 km da capital) e Brasnorte. Do outro, já na saída de Brasnorte, um grupo de moradores e caminhoneiros se reuniu e bloqueou a rodovia como forma de protesto ao pedágio feito pelos índios. Os moradores alegaram à polícia que o pedágio estava afetando as duas cidades.
Os indígenas souberam do bloqueio e percorreram 100 km para chegar ao local. Houve um desentendimento entre parte dos dois grupos, onde um indígena foi baleado no peito e um morador levou uma flecha no ombro.

A PM foi chamada ao local após o confronto. A suspeita é que alguma pessoa tenha quebrado o vidro da caminhonete usada pelos indígenas, iniciando a confusão. O tiro teria partido de um dos moradores e caminhoneiros que participavam do ato.
O morador foi socorrido para o hospital municipal de Brasnorte e liberado logo em seguida. Já o indígena foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o mesmo hospital. Por ter o estado de saúde considerado mais grave, os médicos preferiram encaminhar o índio ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá.

Investigação

Os indígenas foram até a delegacia da Polícia Civil em Brasnorte conversar durante a tarde, para saber o que pode ser feito sobre o caso, mas a polícia informou que ainda vai investigar o ocorrido, já que, durante o tumulto, não foi possível identificar o autor dos disparos.

Segundo a Polícia Civil de Brasnorte, tanto o bloqueio na estrada quanto a cobrança de pedágio pelos índios foram encerradas logo pela manhã após o conflito.

A PM foi chamada ao local após o confronto. A suspeita é que alguma pessoa tenha quebrado o vidro da caminhonete usada pelos indígenas, iniciando a confusão. O tiro teria partido de um dos moradores e caminhoneiros que participavam do ato.

O morador foi socorrido para o hospital municipal de Brasnorte e liberado logo em seguida. Já o indígena foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o mesmo hospital. Por ter o estado de saúde considerado mais grave, os médicos preferiram encaminhar o índio ao Pronto-Socorro.


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