23/07/2015 às 12h35min - Atualizada em 23/07/2015 às 12h35min

Polícia Civil e PM desarticulam esquema de roubo de telefones celulares

Adilson Rosa / Midia News
Bruno Cidade/MidiaNews

Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos, em conjunto com a Polícia Militar, prenderam H.C.S, 30 anos, acusado de liderar um esquema de venda de celulares roubados em Cuiabá e Várzea Grande.

A operação da Derf e do Comando Regional 1, denominada “Andróide”, executada na manhã desta quinta-feira (23), deu cumprimento ao mandado de prisão o acusado e resultou na apreensão de 22 celulares.

H.C.S. é apontado como um dos autores dos furtos qualificados ocorridos nas lojas Gazin e City Lar, na cidade de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá), em junho deste ano.

Os furtos teriam causado às duas lojas um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão. O acusado já possui passagem anterior por crime de roubo.

Além dele, os policiais prenderam 10 pessoas que compraram esses aparelhos, sob acusação de receptação culposa (sem intenção).

Os policiais fizeram busca e apreensão nos bairros Tijucal, Novo Terceiro, Cidade Alta e Bela Vista, em Cuiabá, e Jardim Maringá II, Cristo Rei, Parque do Lago, Princesa do Sol e Bairro da Manga, em Várzea Grande.

Dos 22 aparelhos celulares receptados, 16 são da marca Samsung, cinco Iphone, um Motorola e um 1 Blu, considerado de menor valor de mercado.

Repressão e prevenção

A delegada Elaine Fernandes, titular da Delegacia de Roubos e Furtos, disse que a operação “Andróide” tem caráter repressivo e também preventivo, uma vez que adverte a sociedade, acerca do dever de cidadania de exigir a Nota Fiscal.

“Sobretudo, a operação funciona como alerta a população para evitar a aquisição de aparelhos celulares em pontos de vendas que não sejam autorizados ou não tenha uma postura empresarial idônea”, afirmou.

A delegada observou que o índice de roubos e furtos de celulares é fomentado pelo fato de haver pessoas para receptar os aparelhos.

“É necessário que a sociedade faça a sua parte, no sentido de não adquirir produtos de origem duvidosa. A conduta do levar vantagem, pensando em comprar um produto mais barato, não levando em conta se a origem é roubo ou furto, é tão cruel quanto a de quem aponta a arma e pratica o roubo. Na receptação o que interessa é o lucro, sem importar que muitas famílias estão sendo vítimas, inclusive, de crimes mais graves como o latrocínio”, completou Elaine Fernandes. 


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