Na quinta-feira (20), um júri popular realizado no Fórum da Comarca de Barra do Garças-MT, pela 1ª Vara Criminal, condenou a 32 anos de prisão o acusado de ser executor do homicídio que vitimou um comerciante local. O réu, um homem de 25 anos, (Jhones Kley), foi apontado como o responsável direto pelo assassinato do empresário Luiz Carlos Vieira dos Santos, de 57 anos, proprietário da Tabacaria Trevo. O crime abalou a comunidade.
No plenário, diante do juiz e jurados, Jhones Kley negou o crime, mas terminou condenado por 32 anos e deve através de sua defesa recorrer. O segundo acusado do crime, Flávio, que desceu do carro e entrou na tabacaria, mas que tenha atirado pediu através da defesa dele o desmembramento do processo e deve julgado posteriormente.
E o terceiro acusado de estar envolvido no crime, Ryan Vitor da Silva, morreu numa troca de tiros com a polícia no dia 11 de junho de 2024. Segundo o processo, Ryan, estava dirigindo o carro no dia do crime.
A investigação do caso, conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças (1ªDP/BG), com o apoio da 2ª Delegacia e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), culminou na identificação e indiciamento de três pessoas que, durante a Operação Leviatã, deflagrada em 12 de junho de 2024, efetuou a prisão preventiva dos suspeitos. A operação cumpriu 12 ordens judiciais e elucidou os detalhes do crime.
O julgamento foi marcado pela apresentação de provas contundentes que ligaram o acusado ao crime, além de depoimentos que reforçaram a tese do Ministério Público. A polícia apurou que a motivação do crime teria sido uma facção que teria ameaçado empresário pedindo comissão na venda de cigarros, como a vítima não cedeu, acabou sendo executado pelos criminosos.
"O trabalho conjunto das equipes policiais na resolução do caso, reafirmando o compromisso com a justiça e a segurança pública", destaca Pablo Rigo, Delegado da 1ªDP/BG.