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04/01/2012 às 19h56min - Atualizada em 04/01/2012 às 19h56min

Achando que filha foi sequestrada, mãe fala: "Quero minha filha viva ou morta"

Agua Boa News
Midia news

“Vou processar quem está falando mal de mim sem me conhecer. Não sou bandida. Sou uma mulher trabalhadora, pobre mas honesta. Não confundam as coisas, principalmente quem tem telhado de vidro”

 

Já começo a acreditar que a Maiana foi sequestrada e está em um cativeiro. Ou até mesmo morta”. O desabafo foi feito no final da manhã desta quarta-feira (04) por Sueli Mariano, de 48 anos, mãe da estudante Maiana Mariano Vilela, de 16 anos. Hoje a estudante completa 15 dias de desaparecida. “Se a Maiana tivesse planos para fugir, ela teria me contado. Nós sempre fomos boas amigas”, diz dona Sueli.
Desesperada com o silêncio da filha, dona Sueli - que na comunidade é conhecida como “Mariana” -, diz que tem muitas esperanças de que a filha ainda esteja viva, mas já admite até que ela esteja morta ou presa em algum cativeiro...

“Tenho certeza, que se pudesse a Maiana já teria me ligado pra mim. Hoje completa 15 dias que e ela sumiu e ela nunca me ligou. Falei com ele no dia em que viajei para ver a minha mãe no Paraná e de lá para cá tudo é só um grande silêncio”, lamenta dona Sueli
A mãe de Maiana lembrou dos ataques que vem sofrendo pela imprensa, mas garante que a resposta vem depois. “Posso ter os meus problemas, mas são os meus problemas. Mas sou uma mulher trabalhadora. Não tenho o que tenho à-toa. Eu trabalho dia e noite. A Maiana sempre foi bem tratada e teve tudo. Ela é que sonhava em se formar para me poupar de tanto trabalho. Tenho minhas casas alugadas que comprei com a herança que minha mãe me deu em vida”, desabafa a mãe de Maiana.
Chorando ela completa: Mesmo tenho o que tenho, eu trabalho. Pinto casa, faço reboco, faço encanação e outros serviços gerais. Não sou rica, mas sempre vivi as minhas custas, e não roubando os outros como muita gente faz e depois ainda dá uma de honesto. Minha filha tem orgulho de mim. Posso ter errado na criação da minha filha, mas quem não erra?", finaliza.
A estudante do segundo ano do Ensino Médio, Maiana sumiu por volta das 14 horas de quarta-feira (21-12-2011), após ter deixado uma agência bancária na Morada da Serra (CPA-1), em Cuiabá.
A estudante troucou um cheque de R$ 500,00 dado pelo namorado, o empresário Rogério Amorim, de 38 anos. O dinheiro era parav ela comprar sapatos e pagar o funcionário da chácara de Rogério.
De lá para cá, 15 dias depois, surgiram dezenas de boatos. Ele teria nsido vista em vários locaiis, inclusive em São Paulo (SP), em Barra do Garças (MT) e até no balneário da Ponte de Ferro em Cuiabá com um jovem e um casal.
As investigações estão sendo realizadas por policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), presidiidas pela delegada Anaíde Barros. A Polícia aguarda a principal arma das investigações: a quebra do sigilo telefônico de Maiana e mais quatro pessoas.

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