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18/02/2024 às 10h25min - Atualizada em 18/02/2024 às 10h25min

Mato Grosso se destaca com uma das menores taxas de desocupação do Brasil, mostra IBGE

Olhar DIreto
Araguaia Noticia
Foto: Reprodução
Enquanto o Brasil enfrenta desafios significativos em seu mercado de trabalho, Mato Grosso emerge como um ponto brilhante com uma das menores taxas de desocupação do país. No último trimestre de 2023 dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (16) revelam que o estado registrou uma das menores taxas de desemprego no país, com 3,9%. Vários fatores contribuíram para o desempenho de Mato Grosso.

O estado possui uma economia diversificada, com destaque para o setor agrícola, que continua a impulsionar o crescimento econômico e a criação de empregos. Enquanto Mato Grosso comemora seu sucesso, outros estados enfrentam taxas de desocupação significativamente mais altas. Amapá, Bahia e Pernambuco, por exemplo, registraram taxas de desemprego de 14,2%, 12,7% e 11,9%, respectivamente, no mesmo período.

Em todo o país, de acordo com o documento, a taxa de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8% em 2023, a população desocupada totalizou 8,5 milhões de pessoas ao final do ano passado, e a população ocupada atingiu 100,7 milhões de pessoas, o maior patamar da série histórica. Segundo a PNAD Contínua, que é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país, a taxa de desocupação em 2023 teve queda de 1,8% em relação ao que foi verificado no final do ano de 2022. Em relação aos números da população desocupada, houve queda total de 1,8 milhão (ou 17,6%) no ano passado frente a 2022.

Nesse período, 25 unidades da federação registraram queda no número de desocupados. Informalidade No que tange à informalidade no mercado de trabalho, os estados nordestinos e nortistas expressam as maiores taxa, sendo a maior delas no Maranhão (57,8%), onde mais da metade da população ocupada exerce atividades informais.

Outras UFs com taxas acima de 50% foram: Pará (57,4%), Amazonas (54,6%), Piauí (53,4%), Ceará (53,0%), Bahia (52,1%), Sergipe (51,9%), Paraíba (50,8%) e Pernambuco (50,7%). Em contrapartida, Santa Catarina (27,6%), Distrito Federal (30,4%) e São Paulo (31,2%) registraram as menores taxas. Já o percentual de empregados com carteira assinada era de 73,7% dos empregados do setor privado no último trimestre de 2023. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (88,2%), Rio Grande do Sul (81,9%) e Paraná (81,7%). Os menores, no Maranhão (48,9%), Piauí (51,6%) e Paraíba (54,9%).

A pesquisa O IBGE coleta dados para a Pnad em 211 domicílios de 3.464 municípios em todas os estados e no Distrito Federal. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa.

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