Família de advogada suspeita de matar ex-sogro e mãe dele envenenados está destruída, diz parente

Familiar disse que lamenta as mortes e aguarda para ter acesso aos laudos periciais. Amanda Partata está presa.

Por G1 GO-

Um parente da advogada Amanda Partata, suspeita de matar ex-sogro e mãe dele envenenados, disse que a família está destruída com a situação. A família lamenta as mortes e aguarda para ter acesso aos laudos periciais.

"A gente lamenta tudo demais, especialmente as mortes. Do lado de cá existe uma família também e essa família também está destruída", disse o parente.


Segundo a Polícia Civil, Amanda Partata está presa suspeita de matar os dois após não aceitar o fim do relacionamento com o filho de Leonardo. Ela foi presa temporariamente na noite do último dia 20. À polícia e durante a chegada na delegacia, Amanda negou a autoria do crime.

O resultado da perícia foi divulgado na quinta-feira (28). O laudo da Polícia Científica apontou que a substância usada para matar mãe e filho, Luzia Tereza Alves e Leonardo Pereira Alves, foi colocada em potes de doces.

A Polícia Científica disse ainda que dois potes estavam com a substância, que é considerada um veneno 'potente' e que foi usado em grande quantidade. Mesmo em pequenas doses, a substância é tóxica e letal, e não tem sabor nem odor, ou seja, não é possível ser percebida.

Prisão

Conforme a Polícia Civil, na manhã de 17 de dezembro, Amanda Partata foi até a casa da família do ex-namorado levando um café da manhã, com pão de queijo, biscoitos, suco e até bolos de pote de uma famosa doceria de Goiânia. No mesmo dia, Luzia Tereza Alves, de 86 anos, e Leonardo Pereira Alves, de 58, morreram.

Segundo a Polícia Civil, Amanda Partata está presa suspeita de matar os dois após não aceitar o fim do relacionamento com o filho de Leonardo. Ela foi presa temporariamente na noite do último dia 20. À polícia e durante a chegada na delegacia, Amanda negou a autoria do crime.

Os advogados dela disseram que aguardam o desenrolar de investigações. Eles contestam a legalidade da prisão.


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