09/10/2014 às 13h45min - Atualizada em 09/10/2014 às 13h45min

Polícia Civil prende segundo suspeito de assalto ao cinema Multiplex Pantanal

Assessoria / PJC-MT

O segundo suspeito de assaltar o cinema Multiplex Pantanal foi preso na noite de quarta-feira (08.10), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), da Capital. A prisão de Maick André dos Santos, 25, conhecido por "Maick ou Maicon", ocorreu no bairro 13 de Setembro, em Várzea Grande, cumprimento de mandado de prisão.

O assalto, praticado em junho de ano, foi executado por Maick André, que se fez passar por cliente do cinema. Ele chegou ao estabelecimento comprou ingresso e pipoca para assistir a última sessão de filme. Depois esperou ofechamento dos caixas para executar o roubo, que segundo as funcionárias, Maick foi bastante violento e portava uma arma de fogo. Uma das vítimas teve mãos e pés amarrados enquanto o assaltante recolhia o dinheiro do caixa e malotes, saindo do estabelecimento com R$ 50 mil, celulares e dinheiro das funcionárias.

Toda a ação foi planejada junto com seu comparsa André Luiz Anunciação de Arbuez, 25 anos, que era porteiro no cinema, na época do assalto, e foi preso pela Polícia Civil no dia 29 de setembro deste ano. Durante o assalto, André Luiz ora simulava ser vítima e ora demonstrava exercer poder sobre o executor e comparsa Maick, aumentando as suspeitas da Polícia sobre o porteiro, que depois do crime abandonou o local de trabalho.
De acordo com as Delegacia, o suspeito André Luiz Anunciação de Arbuez estava com dois mandados de prisão decretados pelo crime de roubo, totalizando três ordens judiciais cumpridas pela Polícia Civil, contra o jovem que foi condenado a 6 anos de prisão por assalto. Em 2012, ele foi posto em liberdade no regime semiaberto e deixou de comparecer no albergue para dormir.

Nas investigações, a dupla foi identificada e a Polícia Civil requisitou a prisão preventiva dos envolvidos. O executor do assalto, Maick também tem passagens por roubo. Seu comparsa André Luiz também atuava no golpe do envelope vazio, quando empresas contatadas por telefone efetuam vendas de produtos e o depósito feito em envelope vazio, no caixa eletrônico.

Com o comprovante do depósito, o golpista confirma a compra. Em seguida, a empresa entrega o produto, sem esperar a compensação bancária na conta, ficando no prejuízo. 


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