Amigos lamentam morte de jornalista de MT em acidente em Minas
Shoelly Rezende era natural de Jauru; batida com ônibus e outro carro ocorreu na BR-116
A trágica morte da jornalista mato-grossense Shoelly Rezende, de 50 anos, comoveu as redes sociais. Em seu perfil, ela recebeu diversas homenagens de amigos e colegas de profissão.
Era o perfil modelo para o bom jornalismo, sabia e exercia a sua profissão com ética e isenção
Shoelly morava atualmente em Minas Gerais e, na tarde de segunda-feira (12), se envolveu em um grave acidente na BR-116. A jornalista morreu na hora e outras quatro pessoas ficaram feridas. O acidente envolveu dois carros de passeio e um ônibus.
A jornalista foi descrita como uma profissional exemplar por colegas de profissão. “Era o perfil modelo para o bom jornalismo, sabia e exercia a sua profissão com ética e isenção. Ela dava a notícia, nunca a sua opinião”, disse um dos colegas.
Segundo o amigo, a notícia do falecimento de Shoelly parecia até um pesadelo, mas era real. “Aquela imagem triste, de um acidente fatal era protagonizada pela brilhante repórter que tantas matérias tinha levado às pessoas. Dessa vez ela era a notícia!”, completou.
Outra colega usou suas redes para lamentar a perda. “Mais que uma amiga, minha irmã de alma, de TV, de vida. Vou te amar eternamente. Sinto uma dor inacreditável. Sinto-me sem chão”, disse.
Outra falou sobre a importância de aproveitar cada momento ao lado de quem se ama. “Nunca sabemos quando é o último abraço ou tchau, ou fui... ou nada”, disse.
“Sem palavras. Somos sopro de vento....” disse outra.
O acidente
O ônibus envolvido no acidente seguia em sentido contrário ao da jornalista e teria batido de frente no veículo dela. Ainda não há, segundo a Polícia Rodoviária Federal do Município, conclusões sobre quem invadiu a pista contrária.
A jornalista teria morrido na hora da batida e outras quatro pessoas teriam ficado feridas.
Shoelly era natural de Jauru e atualmente morava em Teófilo Otoni (MG), para onde se mudou após se casar com um morador da cidade. Ela deixa um filho de 10 anos.
Carreira Em Mato Grosso, ela trabalhou na empresa JBS, no Sistema Brasileiro de Televisão, na TV Rondon e no site Hipernotícias.
Segundo a imprensa mineira, Shoelly atuou como repórter da Rádio e Tv Imigrantes na cidade em que morava por cerca de três anos.
Ela teria atuado como jornalista até o ano de 2019, quando começou a trabalhar como representante comercial após a morte do marido.
Veja:
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