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31/05/2023 às 15h44min - Atualizada em 31/05/2023 às 15h44min

Após boato de ouro enterrado, mais de 200 moradores invadem obra

Governo do Estado já se manifestou e disse que no local há apenas um sítio arqueológico

Mídia News
Moradores do Município de Colniza invadiram um sítio arqueológico, localizado às margens da BR-174, após um boato se espalhar na cidade de que havia ouro na região.
 
Imagens que circulam nas redes mostram maquinários pesados no local e mais de 200 pessoas escavando a terra com as próprias mãos.
 
A imagem mostra um corre-corre ao som dos gritos das pessoas: "O povo achou ouro aqui, gente!".

O Estado teve que se pronunciar e emitiu uma nota dizendo que não há ouro na região e, sim, um sítio arqueológico descoberto durante a construção da rodovia, que está em curso.  
 
“A Secretaria de Segurança Pública já está atuando, junto ao Ministério Público, para a remoção das pessoas, que estão irregularmente no local, uma vez que a retirada de material de jazidas arqueológicas é considerada crime contra o patrimônio nacional”, disse em trecho da nota.

A Secretaria de Segurança Pública já está atuando, junto ao Ministério Público, para a remoção das pessoas, que estão irregularmente no localO Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) já foi acionado e a obra terá continuidade após liberação do Instituto.
 
A “fofoca” do caos
 
Segundo a imprensa local, o boato surgiu no último domingo (28) quando, durante as obras de asfalto da região, trabalhadores encontraram algo que pensaram ser ouro.
 
Com pouco mais de 41 mil habitantes, a “notícia” se espalhou rapidamente, atraindo cada vez mais pessoas em busca de pepitas de ouro.

Confira a nota na íntegra:
 
O Governo de Mato Grosso esclarece que não foi encontrado ouro nas margens da antiga BR-174, no município de Colniza. Durante as obras de construção da rodovia foi localizado um sítio arqueológico.

A Secretaria de Segurança Pública já está atuando, junto ao Ministério Público, para a remoção das pessoas que estão irregularmente no local, uma vez que a retirada de material de jazidas arqueológicas é considerada crime contra o patrimônio nacional.

O Iphan já foi acionado e a obra terá continuidade após liberação do Instituto.
 

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