Dentista é preso acusado de torturar filho adotivo com colher quente e cordas VEJA VÍDEO

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Araguaia Notícia com Folhamax e Juína News

Um dentista boliviano foi preso pela Polícia Civil após ser denunciado por amarrar o filho adotivo de sete anos e o queimar com colher quente. O mandado de prisão preventiva, expedido pelo Poder Judiciário, foi cumprido na cidade de Juína (735 km de Cuiabá), onde o acusado mora. A investigação teve início após denúncias apontando que o garoto era torturado em casa.


Em entrevista ao site Juína News, o delegado Jean Andrade explicou contou que as denúncias foram apresentadas pelo Conselho Tutelar há cerca de duas semanas. Tudo começou depois que a direção da escola onde o munino estuda, ter constatado que ele apresentava sinais e hematomas de agressões, resultando numa denúncia ao Conselho Tutelar.

No colégio, o menino contou que era amarrado e agredido com um pedaço de madeira. Disse que também era queimado pelo pai em algumas partes do corpo com talheres quentes. Após receber a denúncia, o garoto foi encaminhado para a realização de exames que comprovaram as agressões. Foram encontradas lesões recentes e antigas, inclusive nas mãos que ainda apresentavam as marcas de amarradura.

O suspeito foi identificado como Henry Noel Nina Cahuaya. Ele foi ouvido pelo delegado e negou os fatos. No entanto, diante dos indícios, o delegado representou pela prisão preventiva do suspeito e  Ministério Público Estadual (MP) deu parecer favorável. Com isso, na noite desta quarta-feira (19) a prisão foi decretada e cumprida nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (20).

Ainda na delegacia, ao ser ouvido pela segunda vez, o dentista disse que faz tratamento para depressão. A participação da mãe também será apurada pela Polícia Civil. O suspeito, deverá responder pelo crime de tortura e castigo.


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