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12/08/2022 às 11h48min - Atualizada em 12/08/2022 às 11h48min

Proposto por Max Russi, colar de girassol deve se tornar realidade em Mato Grosso

Utilização do assessório, que vai auxiliar na identificação e atendimento pessoas com condições ocultas, já é regulamentada em outros estados brasileiros

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A proposta do deputado Max Russi (PSB), que regulamenta o uso do colar de girassol para pessoas com condições ocultas como o autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), foi aprovada em segunda votação nesta quarta-feira (10) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).  O Projeto de Lei nº 818/2021 , de autoria do primeiro-secretário da Casa de Leis, agora segue para a sanção do Governo do Estado.

Russi reafirma que o objetivo da nova medida é atender indivíduos com determinados tipos de deficiência ou atípicos, como TDAH, transtornos ligados à demência, doença de Crohn, conte ulcerosa, bem como aqueles que sofrem de fobias extremas. 

“Isso já é regulamentado em outros estados brasileiros. Além disso, o nosso papel, como parlamentar e agente político, é buscar e propor propostas que possam humanizar o atendimento a essas pessoas atípicas, assim como garantir seus direitos fundamentais”, justifica Max.

Conforme o PL de Max Russi, a intenção é conscientizar cada vez mais os servidores e funcionários de estabelecimentos públicos e privados, de que a pessoa portadora do colar necessita de atenção especial. 

Colar de Girassol – O Colar de Girassol é um instrumento de identificação, já adotado também pela comunidade internacional, corresponde a uma faixa estreita verde, parecida com os cordões usados em crachás de empresas, estampada com desenhos de girassóis.
O acessório auxilia na identificação de pessoas que sofram de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), fobias, entre outras, em estabelecimentos, facilitando o atendimento prioritário deste público, até mesmo em situações de estresse, quando são mais propensos a ter crises.

“É essencial em espaços públicos, como aeroportos, pontos turísticos, rodoviárias, órgãos, supermercados. Para as crianças que têm autismo, por exemplo, entrar numa fila pode ser perturbador ou até impossível”, explicou.

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