18/07/2014 às 13h58min - Atualizada em 18/07/2014 às 13h58min

Agentes usam armas não letais para acabar com motim

Max Aguilar
Reprodução

Pelo menos 37 internos se revoltaram durante uma revista de rotina e começaram um motim no Complexo Pomeri, em Cuiabá, na manhã desta quarta-feira.

Houve necessidade de arma não letal para conter os ânimos de quem estava envolvido no quebra-quebra nas celas.

 Quando começou a revista, os menores começaram a arremessar pedras, madeiras, mesas, cadeiras e com isso a Polícia Militar chegou a intervir na situação e os agentes foram obrigados a usar a força para conter os ânimos exaltados.

 Por não atenderem a ordem de “volta pra cela”, os adolescentes em conflito com a polícia e carcereiros foram repreendidos com balas de borracha. Pelo menos 10 ficaram feridos, sem gravidade e foram levados para o Instituto Médico Legal onde vão passar por exames de corpo delito e depois retornarão para a unidade prisional.

No Cisc Planalto, onde foi registrado o boletim de ocorrência do princípio de motim, os agentes apresentaram vários armamentos artesanais feitos pelos próprios internos. Chuços, ferros, fio terra usado em sessões de tortura e até um disco de serra elétrica estavam em posses dos envolvidos. Atualmente o complexo abriga 64 menores.

 Segundo a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, uma investigação mais minuciosa deve começar em breve no local para saber se há facilitação de entrada desses objetos para os internos. 


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