14/07/2014 às 21h40min - Atualizada em 14/07/2014 às 21h40min

Polícia libera 3 reféns e pega ladrões que exigiam R$ 300 mil da gerente de banco

Só Notícias
Luiz Ornaghi

Policiais civis e militares prenderam, há poucos, dois homens e uma mulher acusados de extorsão mediante sequestro de familiares da gerente de uma das agências do Banco Itaú. Inicialmente, a polícia acreditava que seria tentativa de assalto ao banco mas, com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado, de Cuiabá, e informações da vítima, descobriu que o trio dominou a mãe, irmã e filho da gerente e os levou para uma casa, na Chácara Planalto, onde funcionou o cativeiro. Em seguida, os três passaram a exigir da gerente que pegasse R$ 300 mil, no banco, e entregasse para eles. Só quando o dinheiro fosse entregue soltariam seus familiares. A polícia informou que os acusados, presos, são Marcelo dos Santos, Geon Pinto da Conceição e Vitória Regia Oliveira e residem em Sinop. Geon isentou Vitória de envolvimento no crime. "Ela não tem nada a ver. Eu chamei ela para ir no sítio e ela caiu de gaiato", declarou. Geon também admitiu que conhecia a gerente do banco e sua família O delegado de Polícia Civil, Sergio Araujo informou que "os assaltantes entraram às 6hs na casa da vítima, fazendo reféns que foram levados ao cativeiro. Ao chegar no banco, a gerente comunicou a polícia. O delegado Braulio Junqueira e o tenente coronel Celso Barbosa foram ao banco e começamos a definir uma operação. Foram montadas duas equipes. Um delegado ficou no banco com a gerente. Seguindo informações dos órgãos de inteligência, o delegado Braulio conseguiu identificar o cativeiro, prendendo Marcelo dos Santos, e liberando as vítimas. A outra equipe conseguiu pegar os outros dois, por volta do meio-dia". Geon e Vitoria estavam em VW Parati, ano 84. Não foram apreendidas armas. O tenente coronel Gildázio Alves, da PM, informou, ao Só Notícias, que o crime foi "na modalidade sapatinho - deixando gerente no banco para levantar o dinheiro enquanto fazem reféns seus familiares ou pessoas próximas". Ele considerou que o trabalho conjunto da polícia foi bem sucedido e acrescentou que não houve feridos. O Grupo de Combate ao Crime Organizado, da Polícia Civil em Cuiabá, descobriu o plano e comunicou a polícia sinopense, que passou a atuar no caso pela manhã.


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