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01/02/2022 às 12h10min - Atualizada em 01/02/2022 às 12h10min

Soldador que torturou mulher por vários dias na frente do filho de um ano antes de matá-la é preso em MT

Olhar Direto
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A Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na segunda-feira (31), em Cuiabá, um homem de 46 anos, identificado como Adailton Freixeira da Silva, procurado por um crime de feminicídio brutal ocorrido na última semana, em Campo Grande (MS). O suspeito torturou a vítima, Francielle Guimarães Alcântara, de 36 anos, por dias seguidos em frente ao filho de apenas um ano.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul informou a Polinter de MT de que o  suspeito do feminicídio estaria escondido em Cuiabá. Com base nas informações, os investigadores iniciaram as diligências para localizá-lo e chegaram a uma residência no bairro Jardim Florianópolis, onde ele provavelmente se escondeu, mas não foi encontrado no local.

Os investigadores continuaram as buscas e receberam informações de que ele estaria próximo à rodoviária, quando uma equipe seguiu para as imediações e o localizou. Ele disse aos policiais que retornaria a Campo Grande.

O foragido recebeu voz de prisão e foi conduzido à sede da Polinter para a formalização da ordem judicial. 

Crime bárbaro

O crime ocorreu no dia 26 de janeiro, no bairro Portal Caiobá, em Campo Grande, onde a vítima Francielle Guimarães Alcântara, de 36 anos, foi morta pelo suspeito após ser torturada por dias seguidos. Ela sofreu choques elétricos e pauladas, desferidas em frente ao filho, de 1 ano de idade, e foi mantida em cárcere privado durante esse período.

Conforme a apuração da Polícia Civil de Campo Grande, a vítima sofreu torturas desde o início do mês e foi encontrada morta no dia 26 de janeiro, após ser estrangulada com uma corda.

O corpo de Francielle apresentava com sinais de estrangulamento, perfurações nas costas, lesões na cabeça, dentes quebrados e os cabelos cortados.

O criminoso trabalhava como soldador na Capital de Mato Grosso do Sul. O feminicídio é apurado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Campo Grande.

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