28/09/2021 às 19h06min - Atualizada em 28/09/2021 às 19h06min

Secretaria de Barra do Garças explica que peixes criados em ambientes saudáveis não têm a doença da Urina Preta

Araguaia Notícia
secretário de Desenvolvimento Rural, professor José Bispo
A Secretaria Municipal de Indústria e Comércio/Desenvolvimento Rural/Pesca e Aquicultura de Barra do Garças, com base em informações da Associação Brasileira da Psicultura (Peixe BR), esclarece que peixes de cultivo, de qualquer espécie, criados de acordo com os protocolos sanitários necessários para a criação do animal, não provocam em seres humanos a Síndrome de Haff (Doença da Urina Negra).

Pesquisadores da Embrapa da Amazônia Ocidental, informam que os casos da doença são raros e que não há registros de ocorrências em pessoas que tenham consumido peixes criados em ambientes controlados.

Foi comprovado por cientistas que a causa da Síndrome de Haff pode ser ocasionada pelo consumo de peixes contaminados, de origem desconhecida ou que não tenham sido criados dentro dos protocolos estabelecidos pelos órgãos competentes, seguindo a legislação e as boas práticas.

O secretário de Desenvolvimento Rural, José Bispo dos Santos, ressalta que a atual gestão municipal, coordenada pelo prefeito Dr. Adilson, é uma gestão que se preocupa bastante com as condições do setor de produção e também com a saúde e o bem-estar da população, buscando desenvolver boas alternativas e levar a informação para os munícipes.

Em casos de consumo de peixes de origem desconhecida, é necessário seguir algumas orientações antes do consumo, como verificar se o peixe possui um cheiro agradável; se os olhos do animal estão brilhantes e saudáveis, ao invés de opacos; conferir se as brânquias possuem uma tonalidade avermelhada e se os músculos (carne) perto das extremidades da barriga estão mais firmes.

Walter Guarinho, servidor da Secretaria de Desenvolvimento Rural, recomenda conhecer a origem do peixe que será consumido, dando preferência por peixes criados por produtores que cumpram rigidamente os protocolos sanitários e de bem-estar animal, que atribui aos peixes de cultivo – criados em ambientes controlados – a condição de alta segurança alimentar.
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