14/06/2021 às 09h44min - Atualizada em 14/06/2021 às 09h44min

Empresário esfaqueado no pescoço por filha de pastor enquanto dormia diz que suspeita fez até 'ritual' para ficar com ele

Olhar Direto
Araguaia Notícia
O empresário José Nunes, 35 anos, que teve uma faca cravada no pescoço por uma mulher, estaria dormindo quando foi atacado por ela, na madrugada desta quinta-feira (10), no bairro Hélio Ponce, em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá). A suspeita foi identificada como Mirian Santana, de 21 anos, filha de um pastor da cidade. O homem contou que ela teria feito até um ritual de amarração amorosa para ele, segundo pessoas próximas.

Ao Olhar Direto, José contou que conheceu Mirian há cerca de seis meses no supermercado de um amigo, onde ela trabalhava como operadora de caixa. Durante esse período, eles tiveram um relacionamento, mas nunca oficializaram namoro.

“Eu nunca tive relacionamento sério com ela, a gente ficava, mas sempre tive meus outros ‘rolos’. A desculpa dela é de que ela encontrou algo no meu celular”, conta o empresário.

Mirian teria esperado José dormir, após supostamente encontrar algo que ela não teria gostado no celular dele. Depois que ele adormeceu, a jovem ligou para um empresário do ramo imobiliário, que também já foi candidato a vereador, para que ele a buscasse após o crime. Uma câmera de segurança flagrou a caminhonete do homem nas proximidades do fato. Veja abaixo: 


“Eu acordei tirando a lâmina. Eu ainda consegui segurar e com muito custo, consegui tomar a faca e empurrar ela de cima de mim”, recorda.

O empresário afirma que teria sido alertado por pessoas próximas de que Mirian teria feito um ritual espiritual de amarração amorosa para ele. Depois de atacá-lo, ela teria gritado vária vezes: 'sete saias vai levar você hoje', se referindo a entidade pomba gira. 

O homem foi resgatado inconsciente e levado para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSM-VG), onde passou por cirurgia. Ele segue em recuperação e busca justiça. “O que ela fez, não quero que fique impune”.
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