16/03/2021 às 21h28min - Atualizada em 16/03/2021 às 21h28min

Presidente Max Russi destaca parceria da ALMT em programa estadual

Assessoria
ARAGUAIA NOTÍCIA


O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB), destacou o fato de a Casa de Leis ter conseguido economizar recursos e ter ajudado o governo estadual no programa Ser Família Emergencial, demonstrando a "parceria" do Legislativo.

Segundo Russi, idealizador do Pró-família, hoje intitulado “Ser Família”, o Legislativo já disponibilizou R$ 10 milhões fruto da economia do duodécimo que, somados aos R$ 35 milhões do governo, oriundo da fonte 100, serão convertidos em cartões com valores individuais de R$ 150 por família.

 “A Assembleia mais uma vez conseguiu economizar e ser parceira e de forma muito importante, que é auxiliar quem mais necessita nesse momento tão difícil que Mato Grosso e o Brasil inteiro está vivendo", disse.

"Temos homens e mulheres que precisam ser socorridos e o governo do estado e a Assembleia se fazem presentes, proporcionando um recurso que parece ser simples, mas que faz a diferença na vida de cada família”, considerou Russi.

O objetivo do programa é atender famílias em vulnerabilidade econômica, diretamente atingidas pela pandemia do coronavírus. E por falar em programa social, o Ser família, lançado em dezembro do ano passado, contemplou nesta primeira etapa, 23 municípios. São 5,5 cartões que beneficiam grupos distintos e específicos como: família, a mulher vítima de violência, criança, idoso e pessoas com deficiência (PCD).

De acordo com a Setacs, em Mato Grosso existem 389 mil pessoas vivendo em extrema vulnerabilidade social, o que corresponde a 132 mil famílias. Desse total, 100 mil famílias serão atendidas de imediato, as demais, a pasta tenta localizá-las.

“São famílias que não fazem parte do Cadastro Único, porém, a secretaria já trabalha para identificar essas 32 mil famílias, para que também sejam amparadas pelo auxílio”, explicou a secretária da pasta, Rosamaria Carvalho ao informar, também, que se trata de famílias que sobrevivem com até R$ 89 per capita.
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