Polícia busca imagens para identificar autor de crime bárbaro em Barra do Garças
Uma mulher de 30 anos foi assassinada dentro de casa e a filha de 11 anos foi estuprada pelo criminoso
A vítima Rhayny trabalhava num frigorífico de Barra do Garças
A Polícia Civil de Barra do Garças-MT está empenhada desde segunda-feira para elucidar um dos crimes mais bárbaros deste ano no município. O assassinato de uma mulher de 30 anos que foi asfixiada e o estupro da filha dela, uma menina de 11 anos, que foi encontrada em estado de choque. Os policiais buscam imagens e informações que possam levar a prisão do autor deste crime.
A vítima Rhayny Moraes, de 30 anos, trabalhava num frigorífico na cidade. Ela veio em 2018 de Jussara-GO para Barra em busca de serviço. A delegada Luciana Canaverde, da especializada da Mulher, está a frente das investigações deste crime, que aconteceu na rua 23 no bairro Santo Antônio.
Na ocasião, a polícia levantou que o criminoso após matar a mãe asfixiada passou abusar sexualmente da menina. Em entrevista na segunda-feira, a delegada disse que “As diligências preliminares já demonstram que os corpos foram localizados aparentemente 12 horas após o crime que deve ter ocorrido no final de semana”, explicou Luciana.
A delegada ressaltou que a investigação tem um trâmite diferenciado pois uma das vítimas é uma menina de 11 anos de idade. Luciana explicou que é feita uma escuta especializada para evitar mais traumas a criança. Essa escuta tem a participação de policiais, Ministério Público e acompanhamento psicológico.
Luciana disse que logo a polícia dará uma resposta sobre este crime à população. Ela aproveitou a entrevista para orientar que a comunidade ao perceber qualquer alteração com algum vizinho deve entrar entrar em contato com a vítima ou familiar. E caso não consiga resposta, deve avisar então a polícia.
“Nós vamos ao local verificar o que pode estar ocorrendo", frisou. Segundo a delegada, a polícia já se deparou com situações de maus tratos a idosos, que às vezes residem sozinhos ou até mesmo casos de violência doméstica. Portanto é de suma importância que a vizinhança fique atenta e ligue no 197 da Polícia Civil ou 190 da PM. “E ainda temos o disque 180 que é específico contra violência contra a mulher que aceita denúncias anônimas ou identificáveis”, completou.
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