23/11/2020 às 11h09min - Atualizada em 23/11/2020 às 11h09min

Mãe é morta e filha de 11 anos estuprada em Barra do Garças; polícia busca identificar assassino

A menina forneceu informações do homem à polícia. Ela ficou em estado de choque trancada no quarto

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A Polícia Civil de Barra do Garças está empenhada nesta segunda-feira (23/11) para identificar e prender o criminoso que invadiu uma casa e matou uma mulher de 30 anos asfixiada e ainda estuprou a filha dela, de 11 anos. O caso foi recebido no plantão pelo delegado Adriano Alencar essa madrugada todavia o crime deve ter acontecido na noite de sábado.

A investigação está sendo feita pela Delegacia Especializada da Mulher. O autor do crime seria um desconhecido e a polícia pede apoio da população para identificá-lo. Se alguém souber de alguma coisa que ligue no 197 anonimamente para auxiliar nas investigações. Segundo informações o crime teria sido praticado por um homem barburdo que estava com uma faca e teria fugido numa moto.  

Mãe morta e filha estuprada 

A vítima, Rhayany Moraes, de 30 anos, foi encontrada morta amarrada em casa, e a filha de 11 anos em estado de choque, também amarrada, na madrugada de segunda-feira (23), em Barra do Garças (509 km ao Leste de Cuiabá).

De acordo com o relato da menina, a casa foi invadida por um homem desconhecido, que a estuprou e matou a sua mãe asfixiada. Segundo informações da Polícia Militar, uma amiga sentiu falta da vítima e foi até a sua casa. Chegando no local, encontrou o portão trancado e mesmo chamando pelo seu nome, ninguém aparecia.

Uma testemunha que estava com ela pulou o muro, entrou na casa e já encontrou a mulher amarrada e sem vida. Eles foram surpreendidos pela filha da vítima, uma menina de 11 anos, que saiu assustada do quarto, com o braço amarrado e em estado de choque.

Ela contou que um homem alto, branco e barbudo invadiu a casa da família e em posse de uma faca, fez ameaças. Amarrou a criança e a levou para o quarto, onde foi estuprada.

A mãe dela estava no quarto, deitada com a barriga para o chão, amordaçada e com os pés e a cabeça amarradas.

O local do crime foi isolado e a Perícia Oficial acionada para atender o caso. O conselho tutelar esteve no local e fez o acolhimento da menina. O caso será investigado pela Polícia Civil.
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