21/10/2020 às 23h06min - Atualizada em 21/10/2020 às 23h06min

“Minha luta pela chegada da ferrovia em Cuiabá não é de agora”, destaca Pedro Taques

Assessoria
ARAGUAIA NOTÍCIA

Em entrevista ao Jornal da Manhã (Jovem Pan FM) desta terça-feira (20), o candidato ao Senado Pedro Taques (Solidariedade) lembrou de seu trabalho em prol do aumento da malha ferroviária em Mato Grosso no Senado Federal (2011 a 2014) e como governador do estado (2015 a 2018). No período em que ficou no Senado, Taques defendeu tanto a criação da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), que iria de de Campinápolis (GO) a Lucas do Rio Verde (MT), como a implantação do trecho de Rondonópolis até Cuiabá. 

“Defendo a ferrovia em Cuiabá e não  defendo isso agora por conta das eleições, nós temos que lembrar o senador Vicente Vuolo, temos que lembrar que Dante de Oliveira que trouxe até Alto Taquari e trabalhou para chegar até Alto Araguaia, chegamos até Rondonópolis. Fiz trabalhos como senador e como governador e vou continuar trabalhando para à chegada da ferrovia em Cuiabá. O Vale do Cuiabá não pode ser o vale dos esquecidos, aqui nós temos cidades históricas como Poconé, Livramento, Rosário Oeste e Nobres. Eu preciso e vou defender isso no Senado porque eu acredito no que estou falando", destacou.  

No governo, Taques reforçou o seu empenho em favor da chegada dos trilhos até a Capital e determinou que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) fizesse um estudo sobre a expansão da malha. Ele apresentou o resultado aos executivos da Rumo Logística, que detém a concessão da ferrovia de Santos (SP) a Rondonópolis (MT) em janeiro de 2017.

O estudo elaborado pelo governo de Mato Grosso prevê que a extensão da ferrovia até Lucas do Rio Verde, um aumento de 600 km na malha ferroviária. Naquele ano, o Estado estimava um custo total de R$ 5 bilhões para a obra.

Ainda em 2017, Taques reuniu com o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para conseguir apoio ao projeto de extensão da Ferrovia Vicente Vuolo (Ferronorte) até Cuiabá. Taques queria a renovação antecipada da Malha Paulista por mais 30 anos e, ao invés da empresa Rumo Logística pagar à União o valor da outorga, a empresa investiria os recursos na expansão da malha.

O governo federal fez uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) e recebeu o aval em maio deste ano. Com isso, a empresa poderá fazer investimentos na malha ferroviária ao invés de pagar o valor de outorga à União. A Rumo Logística terá concessão da Malha Paulista até 31 de dezembro de 2058.
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