31/07/2020 às 15h01min - Atualizada em 31/07/2020 às 15h01min

Polícia Civil cumpre prisão de suspeitos de aplicar golpes nas vendas de veículos

Assessoria Polícia Civil
ARAGUAIA NOTÍCIA
Três pessoas envolvidas em golpes de estelionato aplicados na venda/compra de veículos foram presas pela Polícia Civil, após terem suas atuações ilícitas identificadas em investigações da Delegacia de Água Boa (MT). O golpe aplicado pelo grupo criminoso atingiu cerca de 40 vítimas causado um prejuízo de estimado de R$ 600 mil aos atingidos.

As prisões contra os suspeitos foram cumpridas nesta quinta-feira (30) em Goiania (GO). O terceiro integrante do grupo teve a ordem de prisão cumprida na terça-feira (28), em Rondonópolis (MT). Tudo indica que o grupo estava se preparando para aplicar fraudes semelhantes em outros municípios.

As investigações apuraram a atuação dos suspeitos com os crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documento publico, apropriação indébita e crimes contra o consumidor.

Segundo as investigações nos últimos meses dezenas de pessoas procuraram a empresa para obter financiamento para aquisição de veículos, sendo as vítimas ludibriadas a pagarem uma entrada mediante a promessa do veículo deseja.

Porém no momento da assinatura dos contratos de financiamento, os fraudadores emitam um contrato de consórcio, sem cópia, induzindo a vítima a erro. Acreditando que estavam dando entrada no veículo, as vítimas passavam aos suspeitos valores entre R$15 a 30 mil.

As vítimas apenas percebiam ter caído em um golpe quando descobriam estar participando de consórcios com valores superiores aos que esperavam, sem ter recebido o veículo esperado. Também há indícios que os suspeitos falsificam documentos com intuito de obter o financiamentos/consórcios em nomes das vítimas.

Dois dos suspeitos chegaram a ser presos em flagrante no mês de abril, sendo posteriormente a prisão convertida em preventiva, porém os suspeitos foram colocados em liberdade mediante Habeas Corpus.

Com base nas investigações o delegado, Gutemberg de Almeida Lucena, representou pela suspensão da atividade da empresa assim como pela prisão preventiva dos três suspeitos, as quais foram deferidas pela Justiça.  
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