06/05/2020 às 10h15min - Atualizada em 06/05/2020 às 10h15min

Ex-presidiário condenado por latrocínio em Paranatinga é assassinado

Gaúcha News c/ assessoria PM - MT
ARAGUAIA NOTÍCIA
Foto: Gaúcha News


Na madrugada de domingo (3/5), um homem de 36 anos de idade foi assassinado com disparos de arma de fogo em um hotel, na cidade de Gaúcha do Norte. A vítima identificada como Márcio Garcia Nunes estava em um hotel da cidade, estabelecimento da família.

As informações dão conta de que dois indivíduos em uma moto entraram no local como se fossem se hospedar, efetuaram disparos na vítima e fugiram. O fato ocorreu por volta da 01:30 da madrugada.

A Polícia Militar foi acionada, isolou o local, acionou a Politec de Primavera do Leste e registrou a ocorrência. A Polícia Civil também esteve no local e segue com as investigações.

A vítima saiu há alguns dias da cadeia, a mesma respondia pelo crime de latrocínio, crime registrado em Paranatinga há cerca de 9 anos atrás.

Reportagem da época do crime em 2011

O autor de um crime de latrocínio (roubo seguido de morte) foi preso na cidade de Paranatinga, por policiais da Delegacia da Polícia Judiciária Civil, na quarta-feira (18). Trata-se de Márcio Garcia Nunes, 28, suspeito de matar Elmiro Martins de Oliveira Neto, de 19 anos, no dia 9 de maio deste ano, depois de roubar uma corrente de ouro da mãe da vítima.

O acusado foi preso no município de Gaúcha do Norte, onde também  é suspeito de praticar  crimes de furtos. Ele teve a prisão preventiva cumprida naquela cidade.

O suspeito teria entrado mercado da família da vítima e após anunciar um assalto, arrancou a corrente de ouro que estava no pescoço da proprietária do local, que instintivamente acabou gritando por socorro. Isso teria chamado a atenção do filho, Elmiro Martins, que foi ao encontro da mãe, sendo então atingido por um disparo de arma de fogo, que acabou levando-o a óbito. Em seguida, o suspeito fugiu.

"Após trabalho de investigação, que contou com o apoio imprescindível da população, através de denúncias, chegamos a identificação do suspeito" disse o delegado Marcos Ferreira.

Uma vez identificado, o suspeito teve a prisão preventiva representada pelo delegado e cumprida pelos policiais. O suspeito foi reconhecido por três testemunhas, que presenciaram o crime. “Essas provas foram suficientes para apontá-lo como suspeito e determinar sua prisão”, frisou o delegado.

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