17/10/2019 às 19h34min - Atualizada em 17/10/2019 às 19h34min

Bombeiros de Barra do Garças que ajudaram nas buscas em Brumadinho são homenageados na AL-MT

Assessoria / AL - MT
ARAGUAIA NOTÍCIA
Na noite de quarta-feira (16) o deputado estadual Dr. Eugênio (PSB) fez homenagem com a apresentação de moção de aplausos aos cinco soldados que estiveram em julho de 2019 em Brumadinho, Minas Gerais, auxiliando nas buscas por restos mortais da maior tragédia do país, o rompimento da barragem Vale no Córrego do Feijão que matou 232 pessoas.

Três bombeiros de Barra do Garças que participaram desta missão: tenente André Ricardo Freire Pereira Batista e os sargentos Wanderson Tavares dos Santos e Junior César Costa de Sousa foram homenageados juntamente com mais dois colegas da corporação. A equipe de Barra do Garças atuou com duas cadelas da raça pastor Bela de Malionois, que são preparadas para esse tipo de missão, chamadas Milika e Kendra.  

E ainda foram homenageados na AL-MT: José Maria da Silva Campos e Miguel David Andrade Nunes que foram lembrados na tribuna do Legislativo. “Os soldados fizeram história e merecem a justa homenagem”, disse Dr. Eugênio.



“(…) A força-tarefa uniu bombeiros do país inteiro que se revezaram para não parar os trabalhos de buscas no local onde ainda tem corpos enterrados no meio da lama e resíduos de minério. Quando a equipe de Barra do Garças chegou em Brumadinho (MG), há 60 dias não se achavam corpos na área do córrego Feijão. A equipe de Barra conseguiu quebrar essa escrita, recebendo elogios dos bombeiros de Minas Gerais, conseguiram encontrar restos mortais de 14 corpos. Os bombeiros de Barra do Graças fizeram 135 operações de incursão pela área, com treze frentes de trabalho.

A tragédia –  O rompimento da barragem de Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019, resultou em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil. A barragem de rejeitos, classificada como de "baixo risco" e "alto potencial de danos", era controlada pela Vale S.A.e estava localizada no ribeirão Ferro-Carvão, na região de Córrego do Feijão, no município brasileiro de Brumadinho, a 65 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O rompimento resultou em um desastre de grandes proporções, considerado como um desastre industrial, humanitário e ambiental, com mais de 200 mortos e cerca de 93 desaparecidos até então, gerando uma calamidade pública.
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