25/08/2019 às 07h42min - Atualizada em 25/08/2019 às 07h42min

Top model fala sobre namoro técnico em enfermagem de origem indígena do Xingu

Em entrevista exclusiva à Vogue, Aline celebra o novo amor

Renata Garcia / Vogue
ARAGUAIA NOTÍCIA


Uma das grandes modelos de sua geração, Aline Weber está vivendo um novo grande amor: a top catarinense, conhecida por estrelar campanhas para as grifes mais bombadas do mundo e estampar capas de revista, acaba de assumir romance com Pigma Amary, técnico em enfermagem de origem indígena do Alto Xingu, que conheceu durante uma visita ao Xingu em 2018.

"Meu amor sei que este mês fazemos um ano juntos. Quebrando barreiras talvez crenças. Não só por criação mas também por trabalho", escreveu a bela em um post em suas redes sociais. "Você técnico em enfermagem e eu modelo. Trabalhos completamente diferentes. Ainda mais por estarmos em países diferentes oque dificulta tudo mais ainda. Mas saiba que além de qualquer dificuldade ou diferença sempre estarei aqui para você".


À Vogue, Aline contou sobre o romance e mudanças na rotina para viver este amor à distância.

Como vocês se conheceram?
Nos conhecemos na minha ida ao Xingu ano passado. (ler matéria do AguaBoaNews relacionada abaixo)Participei do Kuarup (um festival indígena) onde ele também estava. Nos vimos no barco a caminho da aldeia e foi meio que amor à primeira vista (acreditem, isso acontece). A família dele mora na aldeia Amaru e ele, na época, morava na cidade por conta do estágio de enfermagem que fazia. Mas coincidiu dele estar lá durante a minha estadia. Ficamos tímidos o tempo todo na aldeia, ninguém falava com ninguém e quando retornamos à cidade, foi que iniciamos uma conversa. Trocamos contato e desde então, conversamos todos os dias por vídeo. No final de agosto ele me pediu em namoro.

Como estão levando o romance a distância?
Namorar alguém fora da moda é legal. Trocamos informações sobre cultura, experiências de trabalho, viagens... é uma troca muita rica. Nunca nos faltou assunto. Hoje em dia estamos namorando a distância, ele trabalha no posto da aldeia no Xingu e eu em Nova Iorque. Sempre que o gerador é ligado a aldeia tem internet, isso acontece duas vezes ao dia (pela manhã e à noite). Mesmo com as dificuldades, conseguimos falar diariamente.


O que você aprendeu de mais bacana neste 1 ano de relacionamento?
Precisamos respeitar o tempo, tudo se encaixa no devido tempo. Minha rotina continua igual. Claro que um relacionamento traz algumas mudanças, adaptações, por exemplo: a aldeia tem acesso a internet duas vezes no dia, então tento estar livre nesse período pra falar com ele.

O que você mais admira nele?
Admiro a calma, a inteligência, a praticidade e o sorriso dele.

Vocês já pensam em casamento?
Ainda é cedo para falar de casamento.



Fotos: Reprodução/Instagram
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