26/07/2019 às 19h51min - Atualizada em 26/07/2019 às 19h51min

Discoporto passará por revitalização e nave extraterrestre acidentada será o ponto de atração

Secom - BG
ARAGUAIA NOTÍCIA


Considerada a terceira entre as 10 cidades do Brasil para a prática do turismo ufológico, Barra do Garças se firmará ainda mais no roteiro daqueles que buscam comprovar a existência de seres de outros planetas. Uma parceria entre Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Prefeitura e Conselho Curador do Parque Estadual da Serra Azul vai permitir a remodelação por completo do Discoporto.

O arquiteto Dionísio Carlos apresentou uma réplica do que será o novo ‘Discoporto’, criado na década de 90 me que hoje é um dos principais pontos turísticos de Barra do Garças. A revitalização em nada lembrará o que é hoje. O projeto futurista terá como referência uma nave extraterrestre que tentou pousar no local e acabou por se acidentar na imaginária pista.

Segundo o arquiteto, a Sema e a Prefeitura estão trabalhando para transformar o Discoporto em um local mais apreciável turisticamente, explorando na sua essência, o mistério que existe em torno da existência ou não de objetos voadores não identificados (OVNIs). “Esse projeto é uma evolução. A ideia era fazer um disco voador e despois de uma pesquisa, optamos por uma nave que tenha errado o Discoporto e caiu. A partir daí começa a nova estrutura”, disse Dionísio.

A nave extraterrestre que será construída no Discoporto terá o diâmetro de 4 por 8, com três metros de altura e dentro estão sendo estudos a instalação de tubos de imagens queimados, representando os comandos de navegação interestelar, obras de artistas plásticos da região, poemas ou até mesmo um ET. “Essas vertentes estão sendo analisadas e além disso, serão construídos círculos que simbolizam o local de aterrisagem das naves”, diz o arquiteto.

Embora o projeto esteja 90%, ainda não há previsão para a sua execução. Inicialmente, se cogitou o mês de setembro, durante as comemorações do aniversário de Barra do Garças, porém, o projeto precisa de aprovação da Sema em Cuiabá, e alocação de recursos junto ao Conselho Municipal do Meio Ambiente para a execução da obra.
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