27/03/2019 às 06h53min - Atualizada em 27/03/2019 às 06h53min

Barra do Garças foi a cidade que mais gerou empregos em Mato Grosso neste início de 2019

O município de Barra do Garças gerou 1,1 mil empregos entre janeiro e fevereiro superando gigantes da economia como Sinop, Sorriso e Primavera do Leste

VINICIUS BRUNO / RDNEWS
ARAGUAIA NOTÍCIA


A cidade de Barra do Garças foi o município que mais gerou empregos entre janeiro e fevereiro segundo pesquisa divulgada pelo Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged) com 1.100 vagas a frente de Sorriso, Primavera do Leste e Sinop.

A pesquisa revela que 22 maiores municípios de Mato Grosso encerraram o primeiro bimestre deste ano com um saldo de vagas positivo no mercado de trabalho com carteira assinada. Foram geradas 6 mil vagas de trabalho nestes municípios, com destaque para Barra do Garças, Sorriso, Primavera do Leste e Sinop.

Os dados foram divulgados pelo Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), e apontam que em Barra do Garças foram criadas 1,1 mil vagas em janeiro e fevereiro deste ano. Enquanto que em Sorriso, foram 949 vagas com carteira assinada criadas no período.

Em Primavera do Leste, 832 pessoas passaram a trabalhar com carteira assinada este ano, quantidade que quase empata com a quantidade de vagas gerada há um ano, quando 858 pessoas começaram a trabalhar de maneira formal na cidade.

O quarto melhor saldo positivo para o período foi registrado em Sinop, onde 711 trabalhadores tiveram carteira assinada nos dois primeiros meses de 2019.

Setores

Em Mato Grosso, o setor atacadista é o que mais gerou emprego no primeiro bimestre em todo o Estado. Foram criadas 1,6 mil vagas nos atacados e supermercados atacadistas. A segunda atividade com maior número de vagas formais criadas no período foi de serviços médicos e odontológicos. As clínicas e hospitais criaram 1,1 mil vagas.

O saldo de vagas criadas no Estado foi de 13,3 mil, sendo que em todas as áreas consideradas prestadoras de serviço, foram geradas 4,1 mil postos de trabalho com carteira assinada. Já o setor de comércio foi quem gerou 1,7 mil vagas. O único setor a registrar saldo negativo foi o de construção civil, que no primeiro bimestre extinguiu 242 mil postos de trabalho.
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