04/06/2018 às 07h22min - Atualizada em 04/06/2018 às 07h22min

Obras paralisadas pelo Governo Federal são retomadas em Barra do Garças

Francis Amorim / Rdnews
Araguaia Notícia
Duas obras que estavam paralisadas há dois anos pelo Governo Federal foram retomadas em Barra do Garças. Os projetos são de creches de educação infantil pró-infância tipo 1 e 2, com investimentos de R$ 3,5 milhões. Cerca de 600 crianças em 12 bairros serão atendidas após a conclusão das obras.

Paralisadas em 2016, no auge da crise do Governo Dilma Rousseff, as obras foram retomadas pela prefeitura por meio de convênios com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), seguem padrão arquitetônico determinados pelo Ministério da Educação, que leva em conta as necessidades de desenvolvimento físico, psicossocial, intelectual e social dos estudantes na faixa de até 5 anos. 

No bairro Jardim Nova Barra, está sendo construída uma creche tipo 2 (convencional), que atenderá 300 crianças dos setores Nova Barra Sul, Nova Jerusalém, Nova Esperança, Nova Barra do Garças, Bosque da Saúde e São José. Na obra está sendo investido R$ 1,5 milhão. 

A segunda creche, do tipo 1, com capacidade para 300 crianças, está sendo construída no bairro Solar Ville, com investimento de R$ 2 milhões. A estruturas funcionará em dois turnos, matutino e vespertino, e beneficiará os bairros Ouro Fino, Jardim Piracema, Abel Lira, Wilmar Peres, Tamburi, Serra Dourada e Residencial Carvalho I, II e III. 

A Prefeitura trabalha com a expectativa de conclusão para o final do ano em razão da paralisação e também dos projetos que tiveram que passar por reajustes. "Eram obras que já deveriam ter sido concluídas, mas foram prejudicadas com o atraso no cronograma em função da grave crise que ainda afeta o país. Corremos trás, readequamos os projetos e foram retomados para que venham a atender as crianças desses bairros", disse o prefeito Beto Farias (MDB). 

Além da retomadas das duas creches, a prefeitura de Barra do Garças espera retomar também as obras dos conjuntos habitacionais Carvalho I, II e III, paralisadas desde 2014, com investimentos de R$ 81 milhões na construção de 1,4 mil casas populares. 
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