28/05/2018 às 15h24min - Atualizada em 28/05/2018 às 15h24min

Carreata em favor dos caminhoneiros em Barra do Garças termina no batalhão do Exército pedindo intervenção militar; VEJA VÍDEOS:

Simpatizantes do protesto dos caminhoneiros querem uma intervenção militar e foram pedir apoio no 58º Bimtz que fica em Aragarças-GO

Ronaldo Couto
Araguaia Notícia


Milhares de simpatizantes a luta dos caminhoneiros participaram nesta segunda-feira em Barra do Garças-MT de uma carreata pela cidade que terminou em frente ao 58º batalhão do Exército na cidade de Aragarças-GO com os manifestantes pedindo intervenção militar.  

A concentração dos manifestantes aconteceu na Br 070 próximo à rotatória do Café Viola onde os participantes tomaram uma café da manhã reforçado e depois começaram a carreata passando pelas avenidas Valdon Varjão e Ministro João Alberto até a cidade de Aragarças no batalhão do Exército.

Por onde os manifestantes passaram receberam o apoio da comunidade sobre as reinvindicações dos caminhoneiros para reduzir os impostos e o preço dos combustíveis. No batalhão, os protestantes pararam em frente à guarita do Exército onde cantaram o hino nacional e fizeram o grito de ordem pedindo intervenção militar. Os líderes da manifestação foram recebidos no batalhão pelo coronel Gilvan.

“Nós estamos aqui representando a vontade de muita gente que não aguenta mais a corrupção e os desmandos deste país por isso pedimos intervenção militar”, frisou José Neto, que é do movimento comunitário e participou da carreata com a participação de pessoas do comércio, alguns políticos e claro caminhoneiros.

A greve dos caminhoneiros está entrando no oitavo dia. Toda a manifestação foi acompanhada de perto pela Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Tudo transcorreu normalmente já que não existe rodovia bloqueada em Barra do Garças. Os manifestantes estão alojados no pátio dos postos ou no acostamento das rodovias.

É a maior paralisação de caminhoneiros da história de Barra do Garças e região. “Nós lutamos por condições de sobrevivência porque o preço dos combustíveis afeta todo mundo encarecendo comida, combustível, roupas e demais mercadorias”, explicou um caminhoneiro líder do movimento.






 
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