04/05/2018 às 18h18min - Atualizada em 04/05/2018 às 18h18min

Homem é preso suspeito de matar jovem que se recusou a fazer sexo com ele, em Goiânia

Crime foi no Jardim Novo Mundo. Segundo a PM, Marcos Vinícius Meireles da Silva confessou o crime e alegou que estava sob efeito de cocaína.

G1 GO
Araguaia Notícia
Um homem de 36 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (4) suspeito de matar uma jovem de 20 anos no Jardim Novo Mundo, em Goiânia, após ela se recusar a fazer sexo com ele. De acordo com o tenente da Polícia Militar Humberto Lima, Marcos Vinícius Meireles da Silva confessou o crime. Ele teria alegado que estava sob efeito de cocaína.

O G1 não teve acesso ao suspeito, que ainda não tinha advogado até a última atualização desta reportagem. O crime aconteceu por volta de 10h, na casa em que ambos moravam.

A vítima, Marlene da Silva Santos, veio do Maranhão para Goiânia para morar com a irmã, que é casada com um irmão de Marcos. Ela trabalhava como cuidadora de crianças.

No momento das agressões, apenas um parente surdo do suspeito estava na casa. Ninguém testemunhou o ataque, afirmou o tenente.

A arma usada no crime – uma faca perfuradora de cocos – foi apreendida. Marlene foi golpeada no abdômen e chegou a receber atendimento do Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Perfurador de coco que, segundo a Polícia Militar, foi usado por suspeito para matar jovem que se negou a fazer sexo com ele, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Perfurador de coco que, segundo a Polícia Militar, foi usado por suspeito para matar jovem que se negou a fazer sexo com ele, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)


Por volta de 12h45, equipes da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH) e do Instituto Médico Legal estavam na casa para coletar mais informações e fazer perícia. A região foi isolada para os trabalhos.

Ainda não há informações sobre por quais crimes o suspeito vai responder. Desde março de 2015, a pena para assassinos de mulheres em casos que envolvam violência doméstica e familiar aumentou. O feminicídio se tornou um agravante do crime de homicídio, além de ser classificado como crime hediondo. A pena, em caso de condenação pode chegar a 30 anos de prisão.
 
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