21/02/2018 às 22h15min - Atualizada em 21/02/2018 às 22h15min

Rinha de galo é fechada em Pontal do Araguaia com resgate de 42 galos de briga

A situação era deplorável com animais machucados, esporões e protetores de pescoço;

Araguaia Notícia
Na quarta-feira (21/2), uma equipe da Polícia Ambiental em conjunto com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Oficial de Justiça e Policia Civil realizaram o cumprimento do mandado de busca e apreensão de uma rinha, que funcionava de forma ilegal e cruel aos animais em Pontal do Araguaia. O proprietário da rinha, J.F.M., 43 anos, foi preso conduzido até a delegacia para prestar depoimento e irá responder por crime ambiental.

Na ação, os policiais e fiscais apreenderam 42 galos adultos (galos índios preparados para lutarem até a morte); 18 esporões artificiais; e 24 protetores de pescoço e ao final da ação por falta de um local adequado o suspeito investigado ficou como fiel  depositário dos animais até a justiça determinar um local apropriado para colocar os animais.

A pena por organizar ou participar de rinha de galo pode chegar a um ano de prisão.

Organizar ou participar de rinha é crime ambiental, definido no artigo 32 da lei federal 9.605/98. Segundo o dispositivo, é considerado crime contra o meio ambiente "praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos". O galo é considerado um animal doméstico.

A pena prevista nesse artigo é de três meses a um ano, além de multa, mas pode ser aumentada de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal. Em geral, incorre no crime tanto o organizador quanto os participantes da rinha.
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