22/02/2013 às 16h33min - Atualizada em 22/02/2013 às 16h33min

Universitária volta à polícia e afirma que ex-bancário estuprou filha de 3

Olhar Direto
Tv Serra Azul

A universitária Ariana Bueno, 29 anos, voltou à delegacia de Barra do Garças, quinta-feira (21), para cobrar providências sobre a investigação do esposo, um ex-bancário e perito financeiro de 42 anos, acusado de estuprar a filha de 3 anos. O fato teria ocorrido dia 1 de fevereiro, todavia exame preliminar não constatou o rompimento do hímen da criança e ele está sendo investigado por possível ato libidinoso. A identificação dele está sendo mantida em sigilo, pois a polícia ainda tem dúvidas se o crime aconteceu ou não.

A estudante aproveitou a presença da imprensa e desabafou. Ela informou que fez uma ‘investigação particular’ onde conseguiu um lado de uma médica afirmando que o hímen da filha havia sido rompido. Ariana pediu agilidade da polícia na investigação e justiça para o caso. “Ele fez o crime sim. Minha filha não iria inventar essa história”, completou a mãe da criança. A declaração da universitária caiu como uma bomba na porta da delegacia principalmente porque coloca em xeque-mate se houve ou não o crime e porque o nome do acusado não teria sido ainda comunicado.

O suposto estupro teria ocorrido, segundo a mãe, quando ela foi para faculdade e o pai pegou a filha mais cedo na casa da cunhada e levou para residência do casal. Nesse intervalo, o ex-bancário ficou sozinho com a criança. Ainda no relato da mãe, quando ela voltou, encontrou o esposo bêbado na companhia de outro homem. E depois percebeu esperma próximo a vagina da criança.

O advogado João Rodrigues de Souza, representante do ex-bancário, agradeceu a compreensão da imprensa em não divulgar o nome do acusado, pois ainda não se confirmou o e crime e ex-bancário alega que está sendo vítima de um jogo de chantagem e pressão da esposa que está tendo prejudicá-lo.

No momento o caso está sendo investigado pela delegada Débora Cardoso. Há duas semanas, a delegada informou que iria indiciar o ex-bancário possivelmente por ato libidinoso por ter tocado nas partes intimas da criança, e para tanto estaria aguardando o laudo conclusivo dos peritos de Cuiabá em função do esperma encontrado junto à parte intima da criança. 


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