28/11/2017 às 19h59min - Atualizada em 28/11/2017 às 19h59min

Mulher é presa acusada participar de estupro de garota de 14 anos e marido está foragido

De acordo com a Polícia Civil, a mulher que trabalha como cabeleireira deu bebida pra vítima que teria sido abusada pelo esposo da acusada

Assessoria / PJC - GO
Araguaia Notícia
Segundo a polícia, a mulher deu bebida pra garota que depois teria sido abusada pelo esposo da acusada. O home está foragido.
Na segunda-feira (27/11) a Polícia Civil e o Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da Polícia Militar de Caiapônia-GO, em mais uma ação conjunta, buscaram cumprir na cidade de Doverlândia-GO (70 km de Caiapônia), mandados de prisão preventiva contra um casal acusado de estupro qualificado (art. 213, parágrafo primeiro, do Código Penal) praticado contra uma adolescente de apenas 14 anos.

A ação policial resultou na prisão da cabeleireira Adriana Rodrigues Brito, 37 anos, estando foragido o esposo dela, Lindomar Domingos de Oliveira, 57 anos.
 
As investigações apontam que Adriana recebeu a vítima na condição de cliente no salão de beleza que funciona na residência do casal. Após o atendimento, a cabeleireira teria oferecido bebida alcoólica para a menor, posteriormente induzindo essa a tomar banho. Em seguida, a autora teria levado a jovem até um dos quartos da casa alegando que lhe daria uma surpresa, momento em que foi imobilizada pelo casal e violentada sexualmente.

Posteriormente a violência sexual, o casal entregou a vítima o valor de R$ 100,00, para que essa mantivesse o silêncio. Mesmo abalada e com medo, a vítima não manteve o silêncio, revelando o estupro a familiares, que levaram ao conhecimento do Conselho Tutelar que encaminhou o caso para a Polícia Civil.

O Delegado Marlon Souza Luz, responsável pelo caso, destacou as dezenas de crimes dessa natureza que têm ocorrido na circunscrição de Caiapônia-GO e na coragem das vítimas em denunciar, resultando na prisão de vários autores e que em breve mais prisões irão ocorrer.

O Delegado Marlon ressalta que autores desse tipo de crime devem ficar afastados do convívio social, por representarem um risco a toda sociedade e sobretudo a jovens e crianças. A investigada Adriana foi formalmente interrogada na tarde desta terça-feira (28/11), tendo de forma insegura e inconsistente negado a prática delitiva.
 
 
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