30/06/2017 às 00h35min - Atualizada em 30/06/2017 às 00h35min

Mulher admite em vídeo que matou filho de 2 anos e o jogou no fogo em Piranhas; veja vídeo:

A suspeita disse que estava chateada porque o filho estava chorando muito e o jogou ainda vivo no fogo

Tribuna Piranhense / Goiás
Tribuna Piranhense


Um crime estarrecedor chocou a população da cidade de Piranhas-GO, a 90 km de Barra do Garças, nesta semana. Uma mulher está presa suspeita de ter assassinado o próprio filho de dois anos de idade.
 
A dona de casa Adriana Coutrim Moreira, segundo site Tribuna Piranhense, confessou que matou o próprio filho, o pequeno Alexandre Coutrim Rodrigues. A mulher aparece em um vídeo, gravado na Delegacia de Polícia Civil de Piranhas, contando detalhes sórdidos de como fez para matar a criança.
 
Nas imagens, Adriana conversa com o policial civil Mauricio Gomes Nunes e outro agente que não foi identificado por nossa reportagem. Ela [Adriana] disse que estava chateada no dia do crime e porque o filho não parava de chorar perto dela.
 
– (...)Nesse dia eu tava muito chateada, tava muito angustiada (...) E outra coisa. Eu tava, assim, muito chateada e ele tava chorando em roda de mim demais. E eu peguei e fiz aquilo lá. Joguei ele no fogo e segurei ele e joguei álcool [sic].
 
Em outro momento do vídeo, Adriana conta que segurou o menino nas chamas com o uso de um pedaço de madeira. Um dos policias que está na sala pergunta se a criança tentou sair do fogo e a mulher responde que sim.
 
– (...)Tentou sair mais eu segurei ele (...) com um pedaço de madeira [sic]. 
 
Ainda segundo Adriana Coutrim, depois de segurar o filho nas chamas do monte lixo, ela saiu e, logo depois, voltou e o pegou com uma toalha e levou para outro local. O vídeo termina pouco tempo depois.
 
Adriana Coutrim Moreira teve a prisão preventiva decretada na quinta-feira (29/06). Ela foi presa e levada para a cadeia de Piranhas. A mulher deve prestar um novo depoimento na manhã desta sexta-feira (30/06).
 
O jornalista Jotta Oliveira, do Tribuna Piranhense, por telefone, disse que a revolta é muito grande na cidade de Piranhas com esse crime. Ele explicou que Adriana não é de Piranhas e que veio de Brasília para Piranhas.
 
Jotta informou que o delegado suspeita que Adriana não fez esse crime cruel sozinha e pode está ‘acobertando’ mais uma alguma pessoa. O delegado marcou para manhã de sexta-feira uma coletiva com a imprensa de Piranhas para dar mais detalhes sobre esse crime.
 
Jotta aproveitou essa conexão com o site Araguaia Notícia para desculpas que o site Tribuna Piranhense está fora do ar na noite de quinta-feira devido ao número de acessos por causa da repercussão da morte do pequeno Alexandre.
 
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