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11/05/2017 às 20h53min - Atualizada em 11/05/2017 às 20h53min

Principal compromisso do PSD de MT em 2018 é reeleição de Pedro Taques para o governo

Olhar Direto
Agência ZF Press
Enquanto outros colocam incógnita, o Partido Social Democrático em Mato Grosso coloca a reeleição do governador José Pedro Taques (PSDB) como principal meta para as eleições gerais de 2018. A explicação do secretário geral da Executiva do PSD, Stephano Carmo, serve para evitar que boatos maldosos possam causar algum tipo de prejuízo à boa relação dos líderes  e parlamentares da legenda com o atual governo.
 
Stephano Carmo é considerado um dos principais auxiliares do presidente regional do PSD, vice-governador Carlos Fávaro, na construção do partido, em Mato Grosso.

“O nosso posicionamento  em relação ao pleito de 2018 — que vai eleger presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais em todo o país é público: compromisso com a reeleição do governador Pedro Taques”, disse o secretário geral, em release da assessoria.
 
Num cenário para 2018, Stephano Carmo revela que é consenso dentro do partido de que as candidaturas em 2018 acontecerão naturalmente e de que o partido prevalece como principal compromisso o apoio para a  candidatura à reeleição Pedro Taques.
 
“O PSD de Mato Grosso, dirigido pelo vice-governador Carlos Favaro, tem como meta eleger o maior número de deputados estaduais e federais, além de pleitear espaço na chapa majoritária dentro do arco de alianças”, sintetizou ele.
 
O fato de contar com a maior bancada individual, na Assembleia Legislativa, também deve pesar no momento de reivindicar uma vaga na composição da chapa majoritária. “Somos a segunda maior força política em representatividade. É legítimo trabalharmos essa meta. Temos bons nomes e todos terão a oportunidade de construir bases e de se consolidarem até 2018”,  pontuou o secretário do PSD.
 
Stephano Carmo reconhece que é muito cedo para se apontar este ou aquele nome como candidato para qualquer cargo político e de que o momento é de mostrar trabalho. “O que vai definir os cargos é o poder de aglutinação dentro do partido e no seio da sociedade. É preciso ter base eleitoral. É preciso ter capilaridade e base política”, reforçou o dirigente.
 
A perspectiva é de reforçar o perfil social democrático do PSD. Stephano Carmo afiançou que o partido não se precipitará em colocar o ‘bonde na rua’, no próximo ano.
 
“Não existe imposição de candidaturas ou ser candidato de si mesmo. Se for um bom nome, será o escolhido do coletivo, não tem erro. Mas é preciso não se precipitar, pois eleição é igual corrida de 100 metros, se sair na frente pode queimar a largada. O ano de 2018 trataremos em 2018”, desconversou Stephano Carmo.
 
Robustez
 
O PSD em Mato Grosso é  a segunda maior do Estado em peso politico. Além do vice-governador Carlos Fávaro, também conta com o senador   José Antônio de Medeiros; o deputado federal José Augusto Curvo, o Tampinha; e a maior bancada no Edifício Dante Martins de Oliveira, com seis deputados estaduais: Gilmar Fabris, Pedro Satélite, José Domingos Fraga Filho, Doutor Leonardo Albuquerque, Nininho Ondanir Bortolini e Wagner Ramos.
 
No coração do PSD, também estão abrigados 44 prefeitos e vice-prefeitos e 238 vereadores. Dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) revelam que o partido ampliou em 57% o número de filiados no último ano.

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