26/01/2017 às 18h08min - Atualizada em 26/01/2017 às 18h08min

Atrasos nos salários dos servidores da prefeitura causa “crise” nos comércios locais

Agência da Notícia
Com praticamente três meses de salários atrasados, não é só os servidores municipais da prefeitura de Confresa que estão sofrendo com a falta de dinheiro, o comércio local vem reclamando da falta de dinheiro na praça uma vez que são cerca de R$ 3 milhões que deixaram de circular no município com os atrasos municipal.

A atual gestão do prefeito Rônio Condão (PSDB) não repassou o valor da folha salarial mensal da prefeitura que é gasto com funcionários públicos. Os funcionários acreditavam que dia 10 receberiam parte dos valores atrasados, data na qual a Prefeitura recebe repasse do FPM (Fundo de Participação dos Município), porém a Prefeitura não se manifestou sobre pagamento. Apenas em uma reunião com os vereadores na semana passada, a Vereadora Janete Bang do PSB repassou com exclusividade ao Agência da Notícia que uma das opções do Prefeito é o parcelamento em 10 x dos atrasados, o que preocupou ainda mais o servidor e o comércio local. 

Em conversas com comerciantes do município de Confresa, ouviu muitas reclamações nos últimos dias, uma delas seria que o atraso dos salários dos servidores municipais estaria prejudicando a movimentação financeira dos comércios, além de aumentar consideravelmente a inadimplência. 

A proprietária do Lojão Brasil disse que vem sofrendo junto com os servidores “A maioria dos nossos clientes são funcionários públicos, mas devido a prefeitura não pagar estamos sofrendo com a falta de pagamentos. Nossas clientes estão vindo até a loja para pedir mais prazo, nosso movimento caiu gradualmente” relatou Zélia Alencar.

Aproximadamente R$ 3 milhões de reais pararam de circular em Confresa por conta do não pagamento do funcionalismo público, mas mesmo assim o comércio tem se mostrado firme e confiante que a situação irá se regularizar e o movimento voltar ao normal.

Entramos em contato com chefe de finanças Ronia Condão e a secretária de Administração Edna Reis, mas nenhuma das duas soube falar quando seriam pagos os salários atrasados e nem de quanto a prefeitura estaria devendo aos funcionários públicos.
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