23/01/2017 às 14h34min - Atualizada em 23/01/2017 às 14h34min

Delegado escreve artigo sobre as incoerências da Reforma da Previdência

A proposta do Governo afeta principalmente as pessoas com menos de 50 anos

Adriano Alencar / delegado de PJC-MT
Vamos explicar a evidente farsa chamada REFORMA DA PREVIDÊNCIA que deveria se chamar DEVOLUÇÃO DOS RECURSOS DA PREVIDÊNCIA:

Diante do senso comum, ou mesmo em termos jurídicos, se promove "reforma" para conservar algo, chamaremos de benfeitorias úteis ou necessárias, ou até mesmo melhorar ou aformosear o bem, chamaremos de benfeitorias voluptuárias.

Assim partindo da noção que a Previdência dos servidores públicos e privados é constituída de contribuições que vem de longos tempos, sendo formada por descontos mensais sempre corrigidos pela simples atualização monetária, não nos parece lógico promover uma reforma da previdência como quer o Governo, pois o capital formado em sua totalidade seria suficiente, simples assim.

Se não têm dinheiro, por certeza houve malversação ou crimes cometidos em desfavor dos trabalhadores.
Para melhor informar aos trabalhadores, esse dinheiro foi mal administrado por diversos gestores e Governos, quando não foi muitas das vezes apropriado nas diversas corrupções noticiadas, por agentes públicos e privados.

Se este sagrado dinheiro lá estivesse, não seria necessária nenhuma reforma a penalizar o trabalhador por fatos alheios a sua vontade! Estamos assistindo muitas inverdades sobre a Previdência, que querem colocar para o trabalhador mais uma vez pagar o rombo da falta de gestão e roubalheira generalizada do país.

Não se explica a reforma da Previdência, quando o legal, moral e necessário é a DEVOLUÇÃO DOS RECURSOS DA PREVIDÊNCIA.

* O delegado Adriano Marcos Alencar é titular da 1ª Delegacia da Polícia Civil de Barra do Garças (1ª dP) 
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