11/11/2016 às 17h57min - Atualizada em 11/11/2016 às 17h57min

PM diz que não houve ofensas e truculência na detenção de advogada na Barra

PM - MT
Reprodução

Em atenção à imprensa e à sociedade, em virtude do “ato de desagravo” pela OAB de Barra do Garças em face ao suposta violação das prerrogativas e ofensas, inclusive de cunho racial, cometidas por membros do 2º Batalhão da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso contra uma advogada, o 5° CR da Polícia Militar de Barra do Garças vem a público esclarecer que:

1) Deixaremos claro primeiramente que nenhum dos Policiais Militares proferiram palavras que caracterizam a injúria racial contra a advogada Kesia Kiss Nunes, sendo inclusive o Sargento que deu voz de prisão à referida advogada ser de cor parda, que tal afirmação é uma fraude;

2) Em momento algum foi comprovado algum tipo de crime ou transgressão disciplinar por parte dos Policiais Militares, visto que foi aberto procedimento administrativo disciplinar, quanto inquérito policial, e ambos não foram conclusos;

3) Foi divulgada de forma erronia que o Ten PM Aguinelo Silvestre teria em tese, mandado a Sra. Kesia se retirar da Central de Atendimento antes da mesma ser presa, porém o referido Oficial sequer se encontrava na Central de Atendimento naquele momento, visto que só chegou ao local após a advogada ser presa e por ter sido solicitado sua presença pelo Sgt PM Cirilo, conforme orienta o POP (Procedimento Operacional Padrão) de acionar o Oficial de Dia sempre que houver ocorrência de prisão de alguma autoridade;

4) A Polícia Militar espera que, da mesma forma que a instituição militar está averiguando a conduta dos Policiais, que a OAB verifique a conduta de seu membro perante o Código de Ética, visto que advogada Kesia Kiss Nunes fora presa por DESOBEDIÊNCIA E DESACATO, além de ter sido aberto procedimento de denunciação caluniosa contra a mesma. Que referida Ordem dos Advogados do Brasil, se comprometa em investigar e avaliar as atitudes de seus membros que comprometem o Código de Ética da OAB, mesmo quando oficiados para averiguar tal situação.

5) O comando do 5º Comando Regional ainda informa que apesar de se tratar de um fato isolado que só desenrolou com prisão da advogada devido à conduta da mesma e que constantemente os advogados acompanham seus clientes na Central de Atendimento e são cordialmente bem atendidos e colaboram com o serviço Policial Militar.
Barra do Garças, 11 de Novembro de 2016.


José Roberto Castelo – Ten Cel PM
Comandante Adjunto do 5º Comando Regional  


Notícias Relacionadas »
Comentários »

Se a empresa de Água continuar com serviço irregular, o que deve ser feito pelo prefeito? Deixê a sua opinião internauta

1.3%
4.7%
16.8%
77.2%