03/02/2016 às 07h46min - Atualizada em 03/02/2016 às 07h46min

Policial federal que teve filho assassinado faz investigação paralela

Repórter MT

O policial federal, Maurício de Carvalho Pinheiro, de 54 anos, pai do estudante de medicina, Maurício Rodrigues Pinheiro, de 23 anos, assassinado dentro de uma boate na cidade de Barra do Garças, na madrugada de sábado (30), supostamente pelo cabo da policial militar de Goiás, Paulo César Guirra, de 37 anos, destacou à imprensa que está investigando o caso de forma paralela às investigações feitas pela Polícia Civil.

O agente federal também destacou que trabalha no setor de inteligência da PF, que investiga quadrilhas de tráfico de drogas que atuam em Mato Grosso, por isso, também não descarta que o crime contra o filho, possa ser um acerto de contas contra ele, porque já realizou diversas prisões de bandidos de alta periculosidade, que supostamente poderiam querer vingança.

Sobre o assassinato do jovem, que já foi sepultado em Barra do Garças, no fim de semana, a Polícia Civil informou que ele foi baleado assim que chegou na casa noturna, com intuito de comemorar a formatura de um amigo de infância.

Os familiares disseram que Maurício fazia faculdade na cidade de Maringá (PR), porém estava na cidade mato-grossense para passar as férias com a família.

Já o PM, que é lotado na cidade de Aragarças (GO), nega o crime e afirma que foi rendido e espancado dentro da casa noturna, minutos antes do assassinato. Ele está preso em uma cela do presídio para policiais, localizado no município de Santo Antônio do Leverger.

No entanto, a hipótese levantada por Guirra é isolada, já que testemunhas informaram que o PM teria abraçado a vítima por trás, sacado a arma e atirado quatro vezes.


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