06/01/2017 às 13h14min - Atualizada em 06/01/2017 às 13h14min

Grávida passa mal, toma medicamento e descobre que bebê não está mais na barriga em MT

Hiper Notícias

Um caso inusitado aconteceu no Hospital Santa Rita, em Várzea Grande. Uma mulher, que estaria grávida de nove meses, foi à unidade de saúde por conta de sangramentos, após ser atendida, recebeu a recomendação de voltar para casa.

No dia seguinte, a grávida voltou ao hospital para fazer uma ultrassonografia e saber as condições do bebê. Neste instante, a gravidez vira caso de polícia, pois acabou descobrindo que o filho não estava mais na barriga.

O próprio boletim de ocorência traz o laudo de um médico que afirma que ela passou por um parto forçado. 

A história foi relatada pelo marido da vítima, que é integrante do Corpo de Bombeiros de Cuiabá no documento nº 2017.4834 registrado na Central de Flagrantes do bairro aeroporto.

O caso aconteceu no dia 3 de janeiro deste ano. Sentindo fortes dores e sangramento a mulher foi atendida por um médico identificado como Vanimar Nery. Esse médico estava saindo do plantão e passou a paciente para sua colega de trabalho, alertando que L.A.C.M. 23 anos, estaria grávida de nove meses e já estaria medicada. 

A médica que assumiu o plantão passou outro medicamento e a atendeu em uma outra sala junto com uma enfermeira. Depois desse atendimento, o sangramento de L.A. aumentou e fez com que a enfermeira lhe colocasse um absorvente e a transferisse para outro leito e mais tarde um ultrassom.

Esse ultrassom ao ser feito surgiu a surpresa. Não havia mais nenhum bebê dentro da barriga da mulher. Diante dessa situação, a mulher foi liberada para ir para casa com o marido.

No hospital, os profissionais desconfiaram de gravidez psicológica, porém a mulher e o marido confirmam que ela estaria fazendo pré-natal desde o mês de março.

Novamente com dores, o casal voltou ao médico. Desta vez, no Hospital Jardim Cuiabá. Nesta unidade, segundo relato do boletim, a médica Marcela Oliveira Meira disse que a paciente teria passado por um parto forçado.

O caso será investigado pela Delegacia da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, sob o comando da delegada Ana Paula Campos.

Por telefone, tentamos contato com o casal que registrou a ocorrência, porém o marido da gestante disse a mulher novamente sentiu dores e está voltando ao médico, posterior ao atendimento ele iria retornar à reportagem.

No Hospital Santa Rita ninguém atendeu ou retornou às ligações até o fechamento da matéria.

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